"Não te rales, não te entales!" - dizia com voz paternalista o chefe de serviço de uma empresa pública de infra-estruturas de transporte.
Foi este o espírito que nos trouxe a um lugar desconfortável. Poucos sentiram a responsabilidade de cuidar da "coisa pública".
O dinheiro chegava na consequência directa da dimensão do problema.
E o "problema" cresceu.
O dinheiro não é apenas o fermento para as coisas boas.
O mercado é pequeno mas ávido de inovação. Um contexto excepcional para o desenvolvimento de novas soluções.
Este é o tempo do Einstein que existe em cada um de nós: Observar, compreender, sintetizar, aplicar.