Showing posts with label Crise que gera oportunidade. Show all posts
Showing posts with label Crise que gera oportunidade. Show all posts

Saturday, March 19, 2011

Crise na Construção, prosperidade na Imaginação

As estatísticas não enganam: O sector da Construção está em queda.

As associações sectoriais queixam-se da redução do investimento público. Mas o constrangimento que estão a viver não se deve à redução de 6 a 7% desse investimento. Deve-se à concentração de grandes contratos, deixando as médias empresas ao sabor do oligopólio.

O sector imobiliário vive o melhor de todos os momentos: Depois de duas décadas dedicadas à especulação da dívida hipotecária, hoje o mercado é dominado pela inovação.
São os extremos a dominar: soluções habitacionais low cost e os Design Buildings!

Hoje existem habitações tipo T2 em fibra ou madeira por 35.000 euros, isto é, menos de 80 salários minímos em Portugal.
É aqui que cresce a oportunidade. Criar soluções inovadoras de baixo custo para a Geração "casinha dos pais".

Wednesday, February 2, 2011

Lusitanus Crisis Management (Desenrascanço)

"Os portugueses são emocionais, criativos, flexíveis/"desenrascados" e resilientes. Partilhamos cada uma destas características com outros povos, mas não o conjunto.
E isto é muita pólvora!"


Depois de ver o vídeo Migrações - Retratos do nomadismo contemporâneo, um excelente trabalho de Tiago Forjaz para a Fundação Calouste Gulbenkian, o tema do "Desenrascanço" retomou a minha atenção.

Quando se pretende definir as características do cidadão português, o "desenrascanço" é uma presença permanente. E como ocorre com todas as qualidades dos portugueses, é remetida para o pudor.

Qual o melhor momento para rentabilizar a capacidade de reagir a contratempos que o actual contexto de crise?

Estaremos à espera de um novo momento de fartura, com barões e baronesas à mesa do dinheiro dos contribuintes, para reinventar a economia nacional?

Friday, December 31, 2010

2011: Welcome to global entrepreneurs

Num contexto de falta de competitividade da economia portuguesa, visivel na balança comercial, Portugal precisa de repensar as suas vantagens competitivas no novo contexto económico.

Um mercado de reduzidas dimensões, ideal para uma estratégia de Country Concept (Zorrinho, Carlos 2008) e uma cultura de hospitalidade e tolerância religiosa, são a meu ver os condimentos base para o redesenho da competitividade nacional.

Muitos países estão a realizar "Call for projects" aos seus concidadãos, apoiando projectos de empreendedorismo e avaliando estratégias de reposicionamento económico.

Iniciativas que visam explorar o "conhecimento em rede", consequência da nova realidade tecnológica e social.

Mas acredito que poderemos ir mais longe: "Call for global entrepreneurs"
As nossas condições sociais permitem-nos projectar Portugal como um país de acolhimento de empreendedores globais.
Tal como já acontece no Algarve, onde muitos empreendedores ingleses e alemães escolhem o nosso país para residir, continuando a operar no mercado do seu país de origem.
É tempo de apostar na replicação deste modelo de desenvolvimento.

Tuesday, September 28, 2010

Novos tubarões!

Segundo os dados divulgados pelo INE, o tecido empresarial português está em erupção: Todos os dias dias abrem e fecham centenas de empresas numa aparente concorrência com o acne juvenil!

Depois de muitos anos perdidos para as PMEs portuguesas, por um contexto situacionista onde as oportunidades rodavam sempre pelos mesmos, a CRISE impôs a abertura aos mercados de novas soluções para os mesmos problemas.

Um exemplo: A adesão massiva das organizações aos sistemas telefónicos de baixo custo como o Skype ou o Voipbuster.

Isto significa que estamos a viver um período de ouro para quem tiver a capacidade de pensar novas soluções para as velhas necessidades.

Por outro lado, se pensarmos nos actuais actores mundiais que participam no nosso dia a dia - Google; Apple; Youtube; Microsoft - verificamos que nasceram todas nas cabeças de adolescentes.

E nós? Estaremos a aproveitar o potencial dos nossos jovens para participarem na inovação das nossas organizações? Ou recrutamos-los apenas para carregarem caixotes e recolherem o correio no apartado?

Monday, June 14, 2010

Eis a oportunidade emergente! #crise

Ainda não passou muito tempo em que o argumento "LowCost" era insuficiente para remodelar um projecto nas organizações.
O caminho era sempre o da continuidade, indiferente às soluções mais racionais, porque os orçamentos replicavam-se de um ano para o outro.

A descoberta de que estávamos a gastar mais do que aquilo que produzíamos conduziu uma nova realidade: Repensar a aplicação dos recursos.

Eis a oportunidade emergente: Construir soluções lowcost para familias e organizações.

As necessidades continuam a existir - seja a mobilidade, alimentação, publicidade, etc. - mas o valor disponivel para resolver essas necessidades é cada vez menor.

Um exemplo: O Mercedes SMART

A Mercedes reagiu antes dos concorrentes à necessidade de mobilidade em baixo custo.
E associou um argumento de peso ao seu produto: Se um condutor viaja habitualmente sozinho, porque precisa de um lugar normal para o estacionamento da viatura?

O resultado é o que conhecemos!

Wednesday, July 22, 2009

Estratégia para tempos de crise

Todos os dias somos confrontados com o encerramento de mais fábricas.
São TRABALHADORES MANUAIS que dificilmente reencontrarão lugar nesta economia do conhecimento.
Também sabemos que para além da grave crise que provoca nas economias das famílias envolvidas, o factor emocional tem um impacto igualmente
pesado: Perdem o convívio com os colegas que durante várias décadas alicerçaram mutuamente.

Por outro lado, AS EMPRESAS E AS ORGANIZAÇÕES NACIONAIS desperdiçam tempo e energia à procura de documentos e processos que “nadam” no meio do oceano que são muitas vezes os seus ARQUIVOS.

Porque não transformar essas equipas de têxteis e calçado que chegam ao fim do seu ciclo de competitividade em operadores de digitalização de documentos para os organismos públicos, num programa ocupacional?
Será que esses trabalhadores não ganharão uma nova e promissora actividade profissional?
Será difícil encontrar arquivistas e documentalistas para coordenarem localmente esses processos?

Será que essas organizações beneficiárias não prestarão com isso um melhor serviço à comunidade optimizando com esta iniciativa os seus recursos humanos?