Ontem foi anunciada a venda de 21% da EDP à companhia chinesa Three Gorges.
No séc XV, Portugal viveu um periodo de prosperidade graças às rotas intercontinentais que desenhou no globo terrestre.
Nesse período, ficou claro que a globalização encerrava a chave do sucesso para as economias participantes.
E Portugal foi beneficiário dessa oportunidade.
Depois disso, sucederam-se vários periodos belicistas que não trouxeram vantagens ao nosso país.
Hoje vivemos um mercado global. E Portugal - o país-conector - não tem tirado vantagem dessa característica.
A China já tinha demostrado interesse em reforçar as ligações com Portugal, no âmbito da compra da Dívida Pública.
Agora, e a pretexto da compra de uma participação na eléctrica nacional, avançou com uma estratégia integrada de dinamização.
Qual o potencial impacto do músculo financeiro chinês numa unidade inovadora à escala global no sector energético?