Ainda não passou muito tempo em que o argumento "LowCost" era insuficiente para remodelar um projecto nas organizações.
O caminho era sempre o da continuidade, indiferente às soluções mais racionais, porque os orçamentos replicavam-se de um ano para o outro.
A descoberta de que estávamos a gastar mais do que aquilo que produzíamos conduziu uma nova realidade: Repensar a aplicação dos recursos.
Eis a oportunidade emergente: Construir soluções lowcost para familias e organizações.
As necessidades continuam a existir - seja a mobilidade, alimentação, publicidade, etc. - mas o valor disponivel para resolver essas necessidades é cada vez menor.
Um exemplo: O Mercedes SMART
A Mercedes reagiu antes dos concorrentes à necessidade de mobilidade em baixo custo.
E associou um argumento de peso ao seu produto: Se um condutor viaja habitualmente sozinho, porque precisa de um lugar normal para o estacionamento da viatura?
O resultado é o que conhecemos!
Monday, June 14, 2010
Friday, June 11, 2010
25 anos #EU: Rede de Conhecimento
Comemoram-se amanhã os 25 anos da assinatura da União Europeia.
Ainda estará na memória colectiva, muito do que se disse sobre esta adesão.
Gentes da cultura caricaturaram o acto como o fim da identidade portuguesa.
Hoje sabemos que quem não está na União Europeia, quer estar. Não para perder a identidade nacional, algo que nunca esteve em causa, mas pelas oportunidades do espaço europeu.
A livre circulação de pessoas, produtos e capitais neste território transforma a forma como os portugueses interagem na economia global.
Aos poucos, os vários blocos do mundo vão encontrando os seus modelos de posicionamento no mercado global(*):
- A América, um importante motor do MKT e das infra-estruturas de informação. (O reposicionamento estratégico do Brasil, como produtor agrícola no mercado global, também não deve ser desvalorizado);
- A Ásia, o centro da produtividade. Nas industrias tradicionais e nas industrias da informação;
- A África está condenada à riqueza dos recursos naturais, principalmente combustíveis;
- A Oceania, de todos o menos povoado, orientada para a valorização e extrativismo dos seus recursos naturais.
À Europa, com a sua longa história, tem cabido um posicionamento na Gestão da Informação e na exploração do conhecimento.
E é neste mercado que Portugal tem de operar. Encontrar sub sectores que permitam exportar, não apenas para a EU mas principalmente para fora dela.
Enquanto capital da hospitalidade e da tolerância religiosa, Portugal tem tudo a ganhar com a globalização.
Falta-nos compreender que esse objectivo é da responsabilidade de CADA UM DE NÓS e não de um colectivo abstracto.
Mãos à obra!
(*) Escrever em 1500 caracteres sobre o posicionamento económico de cada um dos continentes é um exercício assumido de imprecisão. Mas relevante para uma visão de conjunto.
Ainda estará na memória colectiva, muito do que se disse sobre esta adesão.
Gentes da cultura caricaturaram o acto como o fim da identidade portuguesa.
Hoje sabemos que quem não está na União Europeia, quer estar. Não para perder a identidade nacional, algo que nunca esteve em causa, mas pelas oportunidades do espaço europeu.
A livre circulação de pessoas, produtos e capitais neste território transforma a forma como os portugueses interagem na economia global.
Aos poucos, os vários blocos do mundo vão encontrando os seus modelos de posicionamento no mercado global(*):
- A América, um importante motor do MKT e das infra-estruturas de informação. (O reposicionamento estratégico do Brasil, como produtor agrícola no mercado global, também não deve ser desvalorizado);
- A Ásia, o centro da produtividade. Nas industrias tradicionais e nas industrias da informação;
- A África está condenada à riqueza dos recursos naturais, principalmente combustíveis;
- A Oceania, de todos o menos povoado, orientada para a valorização e extrativismo dos seus recursos naturais.
À Europa, com a sua longa história, tem cabido um posicionamento na Gestão da Informação e na exploração do conhecimento.
E é neste mercado que Portugal tem de operar. Encontrar sub sectores que permitam exportar, não apenas para a EU mas principalmente para fora dela.
Enquanto capital da hospitalidade e da tolerância religiosa, Portugal tem tudo a ganhar com a globalização.
Falta-nos compreender que esse objectivo é da responsabilidade de CADA UM DE NÓS e não de um colectivo abstracto.
Mãos à obra!
(*) Escrever em 1500 caracteres sobre o posicionamento económico de cada um dos continentes é um exercício assumido de imprecisão. Mas relevante para uma visão de conjunto.
Monday, June 7, 2010
A hora dos teenagers
Que idade tinha Bill Gates quando fundou a Microsoft? E quando pensou que a internet não seria o futuro?
Que idade tinha Steve Jobs quando fundou a Apple? E quando pensou que a compatibilidade não seria o futuro?
Que idade tinham Larry Page e Sergey Brin quando fundaram a Google? E quando acreditaram que o twitter não seria o futuro?
Pois!
A ousadia e a visão que temos entre os 16 e os 20 anos perde-se aos 25 anos.
E nós, o que fazemos em Portugal?
No momento em que os nossos jovens estão no auge da sua capacidade de mudar o mundo, concentramos a sua atenção no menu existente de cursos superiores, todos com taxas sofríveis de empregabilidade e sem componentes efectivas de capacitação para o empreendedorismo.
Na "área de projecto" e em casa, cabe a cada um de nós enquanto educador a missão de apoiar a capacidade inovadora dos nossos adolescentes. Porque são eles que vão mudar o mundo!
Que idade tinha Steve Jobs quando fundou a Apple? E quando pensou que a compatibilidade não seria o futuro?
Que idade tinham Larry Page e Sergey Brin quando fundaram a Google? E quando acreditaram que o twitter não seria o futuro?
Pois!
A ousadia e a visão que temos entre os 16 e os 20 anos perde-se aos 25 anos.
E nós, o que fazemos em Portugal?
No momento em que os nossos jovens estão no auge da sua capacidade de mudar o mundo, concentramos a sua atenção no menu existente de cursos superiores, todos com taxas sofríveis de empregabilidade e sem componentes efectivas de capacitação para o empreendedorismo.
Na "área de projecto" e em casa, cabe a cada um de nós enquanto educador a missão de apoiar a capacidade inovadora dos nossos adolescentes. Porque são eles que vão mudar o mundo!
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