Quando olhamos para o mundo árabe e verificamos que a sua economia floresce à conta da nha-nha preta que extraem do subsolo, verificamos o atraso português na produtização do seu maior activo: a Hospitalidade.
Num mundo que caminha a passos largos para a rede, a hospitalidade está a tornar-se um activo precioso.
Não raras vezes outros povos, e em particular do sul da Europa, revelam desprezo e arrogância pela perspectiva negocial das outras partes.
É essa arrogância que se torna irrelevante quando se estão a discutir cotações, mas centrais quando os objectivos são estratégicos para o médio e longo prazo.
Acredito que existe um importante espaço de actuação no cenário global cujo actual insucesso se deve em boa medida à falta de qualificações para esta vocação.
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