Antes da "crise", o sucesso era um património de alguns: bancos; empreiteiros; grandes superficies; operadoras de telemóvel
Posicionaram-se num patamar superior à economia em que operam.
Hoje, ao verificar as cotações em bolsa das empresas destes sectores, verificamos que são o segmento frágil do sistema económico.
Quem está a crescer neste momento?
Não se encontra uma linha condutora. Mas, em muitos casos, são os "condenados" de outrora.
O futuro está nas mãos de quem tiver a capacidade de o desenhar.
O futuro não pertence a quem usa um iPhone, conduz um carro elétrico, consome produtos gourmet e veste Prada. O futuro pertence a quem idealiza e implementa estes produtos: Desenhadores de Futuros!
É nesse espaço democrático, sem barreiras sectoriais ou educativas, que reside o sucesso.
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